Simples e bonito, do jeito que deve ser.
Em 1984, Helen já tinha três filhos pequenos, uma formação em Design de Interiores e uma vontade que não cabia no apartamento. Foi ali, no silêncio de casa, que tudo começou — testando formas, tecidos e possibilidades. Sem fórmula pronta. Sem atalho. Apenas dedicação e um perfeccionismo que nunca aceitou menos que o melhor.
Em 1986, a primeira empresa foi aberta e uma garagem virou fábrica. Foi nesse começo simples que nasceu o conceito que nos guia até hoje:
Simples e Bonito.
Nada de excessos. Mas sempre com qualidade em cada detalhe.
Em 1990, chegou o nome. Latifundio. A essa altura, já tínhamos saído da garagem alugada, passado por uma fábrica maior e conquistado nosso próprio espaço. Cada mudança era um passo pra frente. O nome veio forte — como o jeans que escolhemos como nossa essência.
Dois anos depois, uma decisão mudaria tudo. Augusto, então médico e perito da Polícia Civil, abriu mão da estabilidade para construir esse negócio ao lado de Helen.
Quem olhava de fora via loucura. Quem estava dentro via convicção.
Ele sempre diz que na vida a gente olha pra frente, sem olhar pra trás. Essa serenidade — de quem não se abala com os erros nem se deslumbra com as vitórias — é o que mantém a Latifundio firme até hoje.
Em 2003, decidimos voltar às origens. Construímos nossa própria fábrica em Dores do Indaiá, cidade onde Augusto cresceu.
Foi uma escolha consciente: acompanhar cada etapa com os próprios olhos.
A ideia virando modelagem. A modelagem virando produção. O jeans bruto ganhando acabamento.
Enquanto muitas marcas terceirizam, aqui cada detalhe passa pelas nossas mãos.
O jeans que você veste não precisa gritar. Ele precisa ser confortável, bonito, fácil de usar, combinar com tudo e permitir que você seja o protagonista.
Quando você veste Latifundio, você carrega o DNA de pessoas que escolheram o trabalho duro, a produção honesta e a beleza do que é autêntico.
Latifundio Jeans.
Feito por quem acredita no que faz.